Celestino Zanella, presidente da ABAPA, fala sobre projeto de monitoramento e controle de pragas

O avanço do bicudo-do-algodoeiro tem aumentado os custos de produção e penalizado os cotonicultores de todo o País. No entanto, na região Oeste da Bahia, os produtores de algodão conseguiram reduzir em cerca de 80% a incidência do inseto nas lavouras na safra 2015/2016 em relação à temporada passada. A estratégia utilizada pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (ABAPA) para atingir esse resultado foi a conscientização dos cotonicultores para o monitoramento e controle de pragas por meio de um Programa Fitossanitário.

De acordo com o presidente da ABAPA, Celestino Zanella, a entidade tem realizado o monitoramento de todas as áreas de algodão e dos diferentes produtos usados na lavoura. “Temos feito um trabalho intenso a respeito do refúgio, da rotação de culturas, do manejo de insetos e da utilização de biotecnologia. A Abapa considera isso uma ferramenta extremamente importante para o sucesso financeiro dos produtores”, disse.

Durante todo o ano a ABAPA tem promovido diversas ações em apoio ao cotonicultor nos 27 municípios de atuação, que abrange o Oeste e o Sudoeste baiano, incluindo a criação de “Núcleos Regionais de Controle do Bicudo”. O Programa Fitossanitário oferece ainda vistorias das áreas produtoras, reuniões de orientação, suporte técnico para as fazendas e levantamento e análise dos dados da cultura do algodão, entre outras atividades.

Assista o depoimento de Celestino Zanella ao site:

 



Eventos